Eles tentam me rotular, mas fracassam.
Ficam confusos porque sou o que sou, sem dar muita importância aos dedos em riste.
Há muito tempo sou governada pelo Reino estabelecido do lado de dentro. Por isso, já não me envolvo demais com aquilo que os outros classificam como certo ou errado, aceitável ou condenável.
Minha Lei é o amor.
Meu único parâmetro é Cristo.
Se agrado ou desagrado, isso se tornou pouco relevante. O que me move é algo mais profundo: o Espírito que testifica dentro de mim que pertenço a Ele.
Eu convido, mas jamais insisto.
Não forço ninguém a nada, muito menos a caminhar comigo.
Não me iludo.
Não me violento para caber.
Não permaneço onde já não preciso permanecer.
Fico o tempo necessário para dizer a que vim e sigo.
Aprendi que liberdade não é fazer tudo o que se quer, mas já não precisar viver para corresponder às expectativas dos outros.
E tem dado certo.
Nunca fui tão feliz sendo simplesmente quem sou diante de Deus.
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