sexta-feira, 31 de julho de 2026
Entretenimento nas igrejas
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Sombras e esperança
terça-feira, 28 de julho de 2026
Oceano de encontros
segunda-feira, 27 de julho de 2026
O culto racional
domingo, 26 de julho de 2026
Descanso é Cristo
Leveza
sábado, 25 de julho de 2026
Fóruns de ateus
sexta-feira, 24 de julho de 2026
A igreja invisível aos olhos da religião
quinta-feira, 23 de julho de 2026
A verdade que liberta
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Assistir ao próprio funeral
terça-feira, 21 de julho de 2026
Antes de tudo, coração transformado
Desde o Antigo Testamento, Deus falou por meio dos profetas que não desejava sacrifícios vazios, mas corações quebrantados e contritos. Os rituais eram símbolos que deveriam ser precedidos por uma disposição sincera do coração.
Assim, os sacrifícios deveriam nascer do arrependimento. As cinzas sobre a cabeça e as vestes de pano de saco, usadas pelos judeus em tempos de jejum e lamento, deveriam expressar verdadeira renúncia.
Os dízimos deveriam cumprir sua finalidade de socorrer aqueles que não possuíam herança na terra, e a Páscoa deveria ser uma autêntica celebração de comunhão e memória da libertação.
Embora algumas práticas da antiga aliança tenham encontrado seu cumprimento em Cristo — como os sacrifícios do templo, as distinções de pureza ritual e outros preceitos cerimoniais —, Jesus não veio abolir a Lei, mas revelar sua plenitude e denunciar a hipocrisia de quem reduzia esses sinais a meras aparências, esvaziando-lhes o verdadeiro significado.
Toda prática exterior só encontra sentido quando procede de uma fé viva, pois, como diz a Escritura: "Tudo o que não provém da fé é pecado."
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Por que?
domingo, 19 de julho de 2026
Compromisso comigo
Tolos e sábios
sábado, 18 de julho de 2026
Exposição sobre o sábado e a Igreja
Frutificando
No Reino de Deus, nada se faz por obrigação. Dar fruto faz parte da nossa nova natureza. Não frutificar é tornar-se inútil, porque fomos criados para produzir vida naturalmente.
Ninguém faz favor ao cumprir aquilo para o qual foi chamado. Também não há mérito em fazer apenas o que nos foi designado, pois o Senhor mesmo disse: "Somos servos inúteis; fizemos apenas o que devíamos fazer."
Mas o chamado da graça vai além do simples dever. Quem foi agraciado é chamado a agraciar; quem recebeu abundantemente torna-se fonte para outros. Somos chamados a transbordar, a fazer infinitamente mais do que imaginamos, não por esforço da carne, mas pela vida que recebemos de Cristo.
A seiva vem da Raiz Santíssima. Nós somos os ramos. Nela temos todo o sustento necessário para crescer, florescer, frutificar e produzir sementes que deem continuidade à vida. Tudo o que nasce dessa união é abundante, porque a fonte é perfeita.
O ramo apenas permanece. É justamente esse "permanecer em Cristo" que torna a frutificação algo natural, e não uma obrigação religiosa.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Últimos dias
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Essência amorosa
Sorrir com os que riem é relativamente fácil; alegrar-se com os que se alegram, nem tanto. O sorriso pode ser apenas uma máscara social, mas a inveja corrói o coração em silêncio. Alegrar-se genuinamente pela vitória do outro exige amor. Exige desejar o bem sem disputar lugar.
Chorar com os que choram também é relativamente fácil, pois a dor alheia desperta nossa própria fragilidade. Somente um coração endurecido permanece indiferente ao sofrimento do próximo. Mas carregar o peso do outro, sofrer com ele, sustentá-lo e acolhê-lo até que volte a caminhar requer amor.
É o amor que faz toda a diferença, tanto quando rimos quanto quando choramos uns com os outros. Deus é o próprio Amor, e é esse Amor que nos torna um.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Amor é o melhor argumento
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Nascidos livres!
domingo, 12 de julho de 2026
Verdadeira evolução
Ránia e sua pele trêmula
"Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores".
sábado, 11 de julho de 2026
Autoconhecimento
sexta-feira, 10 de julho de 2026
As aflições da vida
quinta-feira, 9 de julho de 2026
A fé e a crença
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Cristo em ambos
terça-feira, 7 de julho de 2026
Preconceito contra bariatricados
segunda-feira, 6 de julho de 2026
O sentido da Igreja
domingo, 5 de julho de 2026
A solidão dos que contemplam
sábado, 4 de julho de 2026
Crente iludido
É um tal de pregações e músicas antropocêntricas... Um tal de: "O Senhor é meu Deus, mas quero minha vitória"; "sou servo, desde que seja abençoado"; "te sirvo, mas não aceito a dor"; "é vencer ou vencer".
Criou-se uma geração de barganhadores da fé, de crianças espirituais que leem, mas não compreendem; que se frustram porque lhes falta sabedoria; que não discernem as coisas espirituais e, por isso, não entendem a própria fé que professam.
Não há como caminhar na contramão de um sistema estabelecido sem passar pelas aflições que Jesus disse que enfrentaríamos. Não há como defender a sã doutrina sem experimentar perseguições e desprezo. Não há como viver em um mundo que jaz no maligno sem atravessar percalços e desafios.
Não há vida íntegra sem conhecer a dor.
Não há discipulado sem seguir os passos daquele a quem chamamos de Mestre.
E não haveria razão para desejar o Reino vindouro se a perfeição já estivesse aqui.
Nem tudo é o diabo. Muitas vezes, é apenas o ego gritando mais alto.
Busque primeiro o Reino e você descobrirá que nada do que realmente importa lhe faltará. Busque sabedoria e compreenderá o sentido das suas lutas. Busque ser um filho da obediência e encontrará propósito para sua existência.
Saia do centro.
Você perceberá que nem tudo gira em torno dos seus desejos, porque todas as coisas foram, são e serão conforme a soberana vontade de Deus.
O Evangelho prepara filhos para serem coerdeiros com Cristo; as distorções religiosas, porém, produzem pessoas voltadas para si mesmas. Alimentam-se de comida estragada vendida por um mercado que faz comércio da fé. Idolatram homens, repetem canções cuidadosamente moldadas para alimentar o ego e seguem líderes carnais que trocam a verdade por discursos inflamados.
Enquanto isso, apontam o dedo para aqueles que escolheram permanecer longe dessa insensatez.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Se Jesus ainda não voltou, é porque este ainda é tempo de arrependimento, de conversão e de graça. Não desperdice esse tempo vivendo de ilusões.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Sã doutrina da Igreja
quinta-feira, 2 de julho de 2026
A casa da gente
A casa da gente é uma metáfora da vida. Ela reflete nossos gostos, nossa personalidade, nossas posses, nossas escolhas, o que proporcionamos a nós mesmos, o que priorizamos, o cuidado que temos conosco e a forma como nos tratamos.
É tudo perfeito? Não. Nem tudo está definido. Tudo faz parte de um processo, caminhando em direção ao ideal.
Está tudo pronto? De jeito nenhum. Há ajustes aqui e ali; há coisas para substituir, coisas das quais precisamos desapegar e outras que ainda precisamos conquistar.
Mas é a nossa casa. É a nossa vida. É a nossa alma em aperfeiçoamento.