segunda-feira, 6 de julho de 2026
O sentido da Igreja
domingo, 5 de julho de 2026
A solidão dos que contemplam
sábado, 4 de julho de 2026
Crente iludido
É um tal de pregações e músicas antropocêntricas... Um tal de: "O Senhor é meu Deus, mas quero minha vitória"; "sou servo, desde que seja abençoado"; "te sirvo, mas não aceito a dor"; "é vencer ou vencer".
Criou-se uma geração de barganhadores da fé, de crianças espirituais que leem, mas não compreendem; que se frustram porque lhes falta sabedoria; que não discernem as coisas espirituais e, por isso, não entendem a própria fé que professam.
Não há como caminhar na contramão de um sistema estabelecido sem passar pelas aflições que Jesus disse que enfrentaríamos. Não há como defender a sã doutrina sem experimentar perseguições e desprezo. Não há como viver em um mundo que jaz no maligno sem atravessar percalços e desafios.
Não há vida íntegra sem conhecer a dor.
Não há discipulado sem seguir os passos daquele a quem chamamos de Mestre.
E não haveria razão para desejar o Reino vindouro se a perfeição já estivesse aqui.
Nem tudo é o diabo. Muitas vezes, é apenas o ego gritando mais alto.
Busque primeiro o Reino e você descobrirá que nada do que realmente importa lhe faltará. Busque sabedoria e compreenderá o sentido das suas lutas. Busque ser um filho da obediência e encontrará propósito para sua existência.
Saia do centro.
Você perceberá que nem tudo gira em torno dos seus desejos, porque todas as coisas foram, são e serão conforme a soberana vontade de Deus.
O Evangelho prepara filhos para serem coerdeiros com Cristo; as distorções religiosas, porém, produzem pessoas voltadas para si mesmas. Alimentam-se de comida estragada vendida por um mercado que faz comércio da fé. Idolatram homens, repetem canções cuidadosamente moldadas para alimentar o ego e seguem líderes carnais que trocam a verdade por discursos inflamados.
Enquanto isso, apontam o dedo para aqueles que escolheram permanecer longe dessa insensatez.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Se Jesus ainda não voltou, é porque este ainda é tempo de arrependimento, de conversão e de graça. Não desperdice esse tempo vivendo de ilusões.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Sã doutrina da Igreja
quinta-feira, 2 de julho de 2026
A casa da gente
A casa da gente é uma metáfora da vida. Ela reflete nossos gostos, nossa personalidade, nossas posses, nossas escolhas, o que proporcionamos a nós mesmos, o que priorizamos, o cuidado que temos conosco e a forma como nos tratamos.
É tudo perfeito? Não. Nem tudo está definido. Tudo faz parte de um processo, caminhando em direção ao ideal.
Está tudo pronto? De jeito nenhum. Há ajustes aqui e ali; há coisas para substituir, coisas das quais precisamos desapegar e outras que ainda precisamos conquistar.
Mas é a nossa casa. É a nossa vida. É a nossa alma em aperfeiçoamento.
Confiar
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Sob a capa
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Igreja única
Grande é a confusão que se faz entre a Igreja e os sistemas religiosos. As pessoas criam jargões para legitimar sua própria necessidade de pertencimento.
"A brasa fora do braseiro acaba apagando." "Ninguém é Igreja sozinho; é preciso congregar.
Enquanto isso, na maioria dos casos, um CNPJ em cada esquina tem se tornado um excelente negócio para gente mal-intencionada manipular pessoas infantilizadas pelo próprio discurso que lhes é imposto. Por isso, torna-se cada vez mais raro encontrar um lugar que realmente faça jus ao nome "Igreja"
Ser Igreja é, antes de tudo, uma consciência. Quem crê passa por uma metanoia que se reflete em suas escolhas. No caminho, reconhecemos aqueles que compartilham do mesmo Espírito e, com eles, repartimos conhecimento, encorajamento e comunhão.
Mas amamos e servimos a todos, sem acepção de pessoas. Somos luz para iluminar caminhos e sal que se dissolve para fazer diferença. Vivemos como luzeiros de Cristo, usufruindo da liberdade de obedecer à sua Palavra, desviando-nos do pecado e buscando a santidade.
A Igreja não é uma instituição, mas o Espírito que nos une em Cristo. É formada por pessoas de todos os povos, línguas, nações e tempos.
Todos pertencem à mesma Igreja.
Tudo o que transforma essa unidade em um mecanismo de controle para preservar poder, influência ou contribuições financeiras já não reflete a essência do Evangelho.
domingo, 28 de junho de 2026
Santidade
sábado, 27 de junho de 2026
Caminho largo e caminho estreito
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Ainda há vida
Parábola do filho pródigo
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Igreja do final
Laodiceia representa o período em que a Igreja vive a grande apostasia, quando muitos substituem a verdade pelas próprias interpretações, interesses e distorções. Nesse cenário, a promessa permanece aos remanescentes, àqueles que perseveram na verdade e permanecem fiéis até serem achados vitoriosos em Cristo.
Enquanto isso, muitos se acomodam em suas doutrinas, seguros de si mesmos, sem perceber que estão prestes a ser vomitados da boca do Senhor. Julgam-se ricos, fortalecidos e abastados, mas não enxergam sua real condição espiritual.
Sem princípios firmados em Cristo, sem tesouros incorruptíveis, sem a clareza da revelação e sem zelo pela santidade, tornam-se aquilo que o próprio Senhor descreveu: miseráveis, dignos de compaixão, pobres, cegos e nus.
A voz de Cristo, porém, continua ecoando: "Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo, para que te enriqueças; vestiduras brancas, para que te vistas; e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas." A esperança permanece para todo aquele que ouvir Sua voz, abrir a porta e permanecer nEle.
Luz e sal
Eternidade é o não tempo
O temporal é passageiro. É o lugar onde aquilo que somos experimenta o esquecimento, a fraqueza e a deterioração. É onde a pressa rouba os detalhes, os instantes e a contemplação através dos sentidos.
Mas o atemporal é onde o tempo não importa. É onde antes, durante e depois são uma só realidade. É onde nada se perde, onde tudo importa e não existem prioridades, porque nada precisa disputar espaço com nada.
O tempo não corre. A plenitude não passa. Nada é perdido. Nada é em vão.
Não há enfado nem canseira. Não há envelhecimento nem urgência. Não existe o medo da morte, nem o egocentrismo que nasce da escassez.
Tudo é vida. Tudo é inteiro. Tudo é presença.
E o que aqui chamamos de ontem, hoje e amanhã se revela como um único e eterno dia diante de Deus, onde o gozo não acaba, o amor não se desgasta e a vida transborda sem fim.
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Pra que serve o inferno?
terça-feira, 23 de junho de 2026
Ide e pregai o Evangelho
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Quem nos desperta
Sobre perdoar alguém
Negar-se
domingo, 21 de junho de 2026
Quem criou o mal?
sábado, 20 de junho de 2026
No dia do Senhor
Se eu cair
Quem escolhe amar
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Evangelho 2D
Vida com abundância
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Destaque -se
Por que um estereótipo, se no Corpo nem todos são olhos e nem todos são mãos?
O Evangelho me garante a liberdade de ser quem sou, orientada pela mente de Cristo, que passou três anos e meio ensinando um modo de viver livre de amarras, sistemas e jugos pesados demais para serem carregados.
Livre para pensar, para ser e para viver na Graça de pertencer a Ele e a mais ninguém.
Padrões podem se tornar grilhões quando tentam moldar todos à mesma forma. Mas Deus não trabalha em série; Ele forma pessoas. A beleza do Corpo está justamente na diversidade de dons, temperamentos, vocações e maneiras de servir.
Não fomos chamados para a uniformidade, mas para a unidade.
Liberdade é poder florescer naquilo que Deus nos fez ser, sem a necessidade de vestir máscaras para corresponder às expectativas alheias.
Viva a individuação. Viva a Graça de dever apenas amor. Mais unidade e menos uniformidade.
Porque a mesma seiva que alimenta os muitos ramos não os transforma em cópias uns dos outros; apenas os mantém ligados à mesma Videira.
Idolatria
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Dois testamentos
A Ordem de Aarão é histórica e natural. Ela é essencial para que o homem compreenda sua incapacidade de justificar a si mesmo por mérito próprio. Imperfeita para aperfeiçoar, sua função é revelar a culpa, expor o pecado e preparar o caminho para algo maior.
Das faltas à suficiência
Faltou ser motivo de orgulho para meus pais.
Faltou merecer a gratidão de um filho.
Faltou ser digna da admiração e lealdade dos amigos.
Faltou ser suficiente para ser amada.
Faltou inteligência para prosperar.
Faltou perseverança para estudar.
Faltou ânimo para perseguir sonhos e transformá-los em realidade.
Faltou amar a vida.
Talvez tenha faltado, acima de tudo, amar a mim mesma.
Passei anos contabilizando ausências, enumerando fracassos e carregando culpas que se acumularam pelo caminho.
Mas Deus nunca me mediu pelas faltas que enxerguei em mim. Enquanto eu olhava para o que me faltava, Ele olhava para o que Sua graça ainda podia fazer.
E descobri que, quando Cristo é suficiente, já não preciso viver prisioneira de tudo aquilo que julguei ter faltado.
O amor de Deus constrange