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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Evangelho sucinto

A Lei revelou aquilo que somos: pecadores incapazes de justificar a nós mesmos. 

Debaixo da Lei, não há inocentes; todos somos réus.

Quando percebo que faço o que não quero e deixo de fazer o que desejo, reconheço a realidade da minha condição e a incapacidade da carne de produzir justiça.

É por isso que a Graça é tão preciosa. Ela não é recompensa por mérito, mas favor imerecido. A condenação que era minha recaiu sobre Cristo, que morreu em meu lugar. Nele, a morte foi vencida.

Entender isso é atravessar a fronteira entre a morte e a vida. É compreender que a carne para nada aproveita, mas que o espírito, alcançado por Deus, não está limitado à existência terrena. 

O corpo retorna ao pó, mas a vida concedida por Cristo permanece para sempre.

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