A Lei revelou aquilo que somos: pecadores incapazes de justificar a nós mesmos.
Debaixo da Lei, não há inocentes; todos somos réus.
Quando percebo que faço o que não quero e deixo de fazer o que desejo, reconheço a realidade da minha condição e a incapacidade da carne de produzir justiça.
É por isso que a Graça é tão preciosa. Ela não é recompensa por mérito, mas favor imerecido. A condenação que era minha recaiu sobre Cristo, que morreu em meu lugar. Nele, a morte foi vencida.
Entender isso é atravessar a fronteira entre a morte e a vida. É compreender que a carne para nada aproveita, mas que o espírito, alcançado por Deus, não está limitado à existência terrena.
O corpo retorna ao pó, mas a vida concedida por Cristo permanece para sempre.
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