Por que um estereótipo, se no Corpo nem todos são olhos e nem todos são mãos?
O Evangelho me garante a liberdade de ser quem sou, orientada pela mente de Cristo, que passou três anos e meio ensinando um modo de viver livre de amarras, sistemas e jugos pesados demais para serem carregados.
Livre para pensar, para ser e para viver na Graça de pertencer a Ele e a mais ninguém.
Padrões podem se tornar grilhões quando tentam moldar todos à mesma forma. Mas Deus não trabalha em série; Ele forma pessoas. A beleza do Corpo está justamente na diversidade de dons, temperamentos, vocações e maneiras de servir.
Não fomos chamados para a uniformidade, mas para a unidade.
Liberdade é poder florescer naquilo que Deus nos fez ser, sem a necessidade de vestir máscaras para corresponder às expectativas alheias.
Viva a individuação. Viva a Graça de dever apenas amor. Mais unidade e menos uniformidade.
Porque a mesma seiva que alimenta os muitos ramos não os transforma em cópias uns dos outros; apenas os mantém ligados à mesma Videira.
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