Vejo o esforço da igreja evangélica, de modo geral, para atrair a atenção das pessoas e fazê-las vir.
Muitas vezes, porém, esse "vale tudo" serve apenas para ocupar bancos e aumentar a arrecadação financeira, enquanto mantém pessoas que continuam vazias do conhecimento de Deus.
Se todos compreenderem que brincadeiras, festas, carreatas, corridas, cabo de guerra, teatro, shows, congressos, retiros e atividades semelhantes são formas de entretenimento, e não a própria obra de Deus, não há problema. O lazer é um direito de todos. Apenas não confundamos as coisas.
O grito chama a atenção; o que transforma vidas é o Evangelho.
Obediência é testemunhar com a própria vida. É viver um "ide" que dura a existência inteira, nos encontros, nas relações, exalando o bom perfume de Cristo por meio de atos de amor. É encarnar o Evangelho na vida uns dos outros, sendo cartas vivas que anunciam a Boa Nova.
Todo o restante são estratégias humanas, que precisam ser avaliadas com discernimento, para que, em vez de glorificarem o nome de Jesus, não acabem expondo-o ao vitupério.
Afinal, quem costuma "queimar o filme" das igrejas evangélicas são os próprios evangélicos. O Evangelho, esse permanece irrepreensível.
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