Muitos problemas seriam resolvidos entre nós, se cada um aprendesse a linha do respeito. Que concordando ou não com quem quer que seja, o exercício de se colocar no lugar do outro, reflete a pessoa de Cristo.
Jesus se assentava com pecadores, não porque pecava, mas porque é no meio das trevas que somos luz. É no meio do todo que como o Salvador, fazemos a diferença. É praticando o amor no meio da ausência, da escassez, do vazio e da frieza, que representamos o Senhor a quem pertencemos. É doando de nós a quem precisa de auxílio, socorro, cuidado e instrução, que vamos em nome Dele.
Religiosos sabem usar jargões, cristãos sabem quem são no mundo. Religiosos apontam o dedo em riste, cristãos acolhem e caminham juntos porque tem propósito. Religiosos gastam tempo mostrando aparência, cristãos se esvaziam de ego, tomam sua Cruz e fazem o que instruiu seu Senhor.
É tão nítido quem é e quem não é... É tão evidente quem interpreta e quem pertence ao Reino como cidadão da Nova Jerusalém. Claro como água se enxerga quem usa a capa da religiosidade e quem nasceu do Espírito.
Ora, se odres velhos não suportam vinho novo, por quê uns insistem nos odres de estimação e rejeitam a novidade de vida?
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