Desenvolver a salvação não é continuar de onde Jesus parou.
Não significa que, para ser salvo, o homem ainda precise pagar um preço, como se Cristo tivesse dado apenas a entrada e coubesse a nós continuar pagando as prestações da redenção.
Está quitado. Está consumado.
A cédula da dívida foi riscada de uma vez por todas.
Também não se trata de acumular méritos para aumentar galardões, como se o Reino fosse uma negociação espiritual onde ativismo religioso pudesse ser trocado por cargos ou recompensas celestiais.
Desenvolver a salvação é colocar em prática, no chão da vida, tudo aquilo que aprendemos com Cristo.
Fomos salvos para as boas obras: amor, justiça, misericórdia e serviço. E as veredas preparadas de antemão são caminhos para os salvos andarem nelas.
Desenvolver-se é expandir a fé para além do discurso. É fazer diferença real. É alcançar pessoas através de um testemunho concreto.
Cartas vivas. Vidas que carregam a mensagem no próprio existir. Pessoas que encarnam o Evangelho.
À medida que nos desenvolvemos como servos fiéis e filhos da obediência, a fé se fortalece, amadurece e cria raízes profundas. Então tudo o que fazemos deixa de ser sobre nós mesmos e passa a existir por causa de Cristo e para a glória de Deus.
Ninguém é salvo para si mesmo.
Somos salvos de nós mesmos para amar, servir e edificar uns aos outros.
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