É importante ir para ser, mas há que se ter sabedoria pra reconhecer o caminho de volta. Se perder, não é liberdade. Liberdade é conseguir negar a própria carne.
Nesse contexto, o pródigo foi o filho da Graça, enquanto o mais velho, era filho da Lei, apoiado nos próprios méritos, ofendido com a bondade do Pai, que não faz acepção de pessoas e tem misericórdia de quem quer, festejando com o filho que se enxerga imerecedor.
Um, saiu da presença para enxergar que longe não faz o menor sentido, o outro, do lado de dentro, permaneceu distante, cegado pelo próprio ego, cheio de inveja e amargura.
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