Então, escolha a justiça, em vez de passar pano para os erros de quem você ama e condenar gratuitamente quem não lhe agrada por um erro mínimo.
Escolha amar e se doar, em vez de viver como um frango assando, girando em torno de si mesmo e dos próprios interesses.
Escolha valorizar o que tem, em vez de lamentar constantemente o que lhe falta.
Escolha se alegrar com os instantes, em vez de perseguir uma felicidade utópica, como se a vida precisasse ser perfeita para valer a pena.
Escolha atravessar seus dias com leveza, em vez de se afundar na amargura e respingá-la sobre os outros, afastando até mesmo aqueles que lhe querem bem.
E não se esqueça: tudo o que cultivamos deixa marcas e produz consequências.
Por isso, escolha fazer o bem sem selecionar pessoas, sem esperar aplausos, sem se vangloriar dos próprios feitos ou recorrer a bravatas para parecer melhor do que os outros.
Porque o bem verdadeiro não precisa de plateia, e as intenções nem sempre são reveladas pelas aparências.
Quem conhece o coração humano em sua profundidade é aquele que sonda as intenções, enxerga o que ninguém vê e conhece até aquilo que tentamos esconder de nós mesmos.
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