O Nome de Jesus não é um jargão, tampouco uma palavra mágica.
Quando dizemos "em nome de Jesus", estamos declarando nossa fé naquele que é o mediador do nosso relacionamento com Deus.
É por causa de sua obra, e não de nossos méritos, que temos livre acesso ao Pai e participamos dos benefícios conquistados na Cruz.
O nome Jesus, em si, é a forma aportuguesada de Yeshua, nome de origem hebraica. Mas nenhuma pronúncia, por mais correta que seja, possui poder mágico.
Se não há fé na pessoa de Jesus, apenas mencionar seu nome não transforma a vida de ninguém.
Não é uma palavra que invocamos para obter poder. É uma pessoa em quem confiamos, uma obra à qual nos vinculamos e uma graça da qual participamos.
Um nome usado à exaustão, transformado em jargão religioso e banalizado pela superstição, quando deveria representar o centro da nossa existência.
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