Páginas

domingo, 1 de março de 2026

Pastoreando para Cristo



Qualquer um pode pagar para ser um sacerdote, qualquer um pode fazer uma prova e ganhar um diploma de pastor. Qualquer um sem vida com Deus, pode liderar um grupo de gente ignorante que jamais questionará suas falácias. Qualquer um pode fazer um CNPJ, criar um nome e mandar fazer uma placa pra dominar, mentir e extorquir um rebanho de tolos.

Mas o dom de cuidar de gente, instruir e ser luzeiro na vida de muitos, cuidar do ferido, ir atrás do desgarrado, visitar o abandonado, secar as lágrimas do abatido, se fazer servo dos servos, sem ego para ferir, considerando a Graça melhor que a vida, sem se vender, sem se corromper, sem negociar princípios, sem abrir mão de seus valores, com a consciência pautada no Evangelho, sem priorizar privilégios, conforto, status, porque tem temor. Este sim recebeu um ministério e Deus será com ele, porque não basta dizer Senhor, Senhor, tem que ser por Ele reconhecido.

A grande maioria procura os palácios mais vistosos, mais confortáveis, mais espaçosos para ostentar uma aparência de quem vive. Líderes de renome, artistas famosos, aparencia refinada e por dentro putrefina, porque as palavras que são espírito e vida não estão lá.

Poucos são os que se assentam diante da verdade, para servirem-se mutuamente, para que ninguém tenha falta, para fortalecerem-se nas adversidades da vida, para permanecerem com os olhos no alvo. Era assim no princípio e deveria ser assim hoje, se a igreja não tivesse se corrompido com a política em Roma e dado origem a essa série de carnalidades.

Porque embora haja um CNPJ em cada esquina, a Igreja de Cristo é reconhecida espiritualmente, transcende do amor e emana o mesmo amor entre si, todos são UM, unidos pela fé, com os pés no tempo mas com a mente na eternidade.